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MUSICA
BÉVINDA APRESENTA "LUZ"

Bévinda em concerto no "Lavoir Moderne"

De 5 à 10 de Dezembro e do 13 ao 17 de Dezembro de 2005.
Lavoir Moderne Parisien - 35, rue Léon, 75018 Paris
Metro : Marcadet Poissonniers ou Château-Rouge
Reservas : 01 42 52 09 14 - e www.rueleon.net
Preço dos bilhetes : 15 e 10 euros

Bévinda é uma franco-portuguesa, que desde o primeiro album "Fatum", em 1994, explora e defende a música do seu país integrando-a na sua própria música, como uma porta aberta sobre o mundo.

Ela cantara por vezes lágrimas oriundas do fado de
Amalia Rodrigues, e mais frequentemente a terra e o ar de outros cantos. Vivendo em Paris, ela conhece tambèm o peso do exílio desejado, sem renunciar a todas as melancolias lusitanas que fazem subir o canto. O fado é essa memória terria dos marinheiros portugueses, essa memória que vai beber nas bocas e ruas de Lisboa. Bévinda é a herdeira dessa memória, acrescentando as circonstancias agravadoras do exilio. Nascida no fundão, no centro de Portugal, ela vive desde os seus dois anos em França. As suas raízes perseguem-na e o passaro da lingua portuguesa volta a cantar no arbusto das perguntas da sua vida. Bévinda enfeitiça, desorienta, porque a sua vóz é uma viagem. E, ela, a migrante, la levada aos quatro cantos de França, a salva das futilidades, canta só porque as suas raíwes não lhe foram dadas, ela teve de florecer-las.
Bévinda faz entrar a terra e o ar nessa melancolia parada, e as velas dos barcos e dos sentimentos engordam. O fado contemporánio de Bévinda canta as alegrias, o movimento para, o intimo e as ondas do largo.

O seu 6° opus, "Luz", à um cruzamento on 6ème opus, «Luz», levanos à um cruzamento musical "oriente-ocidente"

Migraçéao de um fado imaginário sonhado navigando nas caravelas contemporáneas, viagem lusófona às escalas atlanticas e mediteráneas
. Esta nova fomação, guitara portuguesa (Philippe de Sousa), guitara flamenca (Mathias Duplessy), tabla (Philippe Foch), percuções (Nicolas Gorge) e contra-baixo (Côme Gorge) embarca «Luz», até aos cimos do himalaya, (Jarkot), às florestas do Cambodge (Estrada n 4). Viagens orientais inspiradores para uma escrita lusófona longe dos caminhos tradicionais mas sempre em contacto com as raízes.

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